Método DeRose

Pessoas de Sucesso
com Rodrigo Fajardo

Rodrigo Fajardo, lutador, proprietário das 5 escolas da Gracie Barra em Curitiba 
e praticante do Método DeRose nos conta um pouco sobre a sua trajetória.


Diferente de outros atletas de alto rendimento que se dedicam exclusivamente aos treinos, você também se dedica a administração da Gracie Barra Curitiba. Como você divide o seu tempo para fazer bem as duas coisas?


Desde que eu era faixa roxa de Jiu-Jitsu (faixa intermediária na Arte), eu comecei a dar aulas e tocar a minha escola. Nunca fiz isso sozinho e sempre tive o apoio de um time incrível e da minha família, porque sozinho eu não conseguiria tocar cinco escolas. Eu treino duas a três vezes por dia e o resto do dia me dedico a administração das escolas. Em média gasto 5 horas treinando e 8 horas administrando e dando aulas.

Fale um pouco sobre a sua tragetória em Curitiba e sobre o desenvolvimento do esporte desde então.

Comecei a treinar Jiu-Jitsu na Gracie Barra em 2000 com o meu professor Gustavo Muggiati, seguindo as ordens do meu avô Marcus Valério Corção que viu a necessidade de meu colocar nesta arte marcial específica uma vez que ele já tinha treinado no Rio de Janeiro em sua juventude. Percebeu que o Jiu-Jitsu iria fazer eu superar os traumas que tive em um acidente com álcool que me deixou com sérias queimaduras em 45% do meu corpo. Desde então a prática do Jiu-Jitsu vem me ajudando a conquistar títulos nacionais e internacionais em competições e com isso tenho tornado-me um pessoa melhor dentro e fora dos tatames em todos os sentidos. Nesse tempo eu vi uma academia de Jiu-Jitsu se tornar escola ensinando seus alunos com uma metodologia estruturada igual a qualquer escola de outra área de ensino, e hoje aquela academia virou uma rede de cinco escolas espalhadas na cidade que fazem parte de uma rede maior, chama-da Gracie Barra que é representada pelo mundo em mais de 350 unidades. É comandada pelo Mestre Carlos Gracie Jr. que tem a meta de ensinar Jiu-Jitsu para todos.


E sobre o MMA, o que você acha da modalidade? Você pratica ou treina atletas para essa modalidade?

O MMA não é para qualquer um. Tiro o chapéu para os atletas que escolhem se dedicar e competir nesta modalidade tão dura. Vejo por que acompanho de perto a vida de grandes atletas da modalidade que praticam o Jiu-Jitsu nas minhas escolas. E percebo que não é fácil ter que se dedicar para ser um atleta bem sucedido no meio.

Você pratica o Método DeRose há quanto tempo? O que você mais gosta das práticas?

Estou praticando há 2 meses e gosto muito de praticar e mentalizar meus objetivos, fazendo com que a cada dia eles se tornem cada vez mais possíveis.





Quais são os valores dentro da Gracie que você aprecia e no Método DeRose?

Tenho muitos ganhos dentro do Jiu-Jitsu Gracie Barra mas os maiores são estar desenvolvendo o aprimoramento individual e o espírito de família,. Já no Método DeRose eu aprecio a cada dia aumentar meu foco e concentração que são essenciais para o meu dia a dia.

O Método DeRose ajudou a aprimorar o seu desempenho como atleta e como empresário?

Vem ajudando muito no meu cotidiano, tanto nos tatames como fora deles. É incrivel!

Você acha que o Método DeRose pode contribuir para melhorar os resultados em competições? Por que?

Pode sim, porque com as práticas eu consigo controlar minhas emoções momentos antes de competir e também durante a competição com o aumento da minha capacidade pulmonar, fazendo com que eu tenha uma recuperação mais rápida e um aproveitamento melhor do oxigênio inspirado.


Obrigada Rodrigo. Que você conquiste cada vez mais sucesso e que seja muito feliz!
Samantha Linsmeyer

Obs:. Entrevista baseada nas perguntas do instrutor do Método DeRose Helton Santana.


Pessoas de Sucesso
com Waldeny Fiuza



Waldeny Fiuza pratica o Método DeRose há mais de 2 anos e nos conta um pouco sobre 
a sua trajetória pessoal e profissional. Formado em arquitetura, 
Fiuza é sócio de uma das maiores empresas nesta área em Curitiba.

Diferentemente de outros empresários que se dedicam exclusivamente a administração das suas empresas, você consegue se dedicar à família e ao desenvolvimento pessoal. Como você divide o seu tempo para ter sucesso em todas estas áreas?

Não é tão fácil assim, nem sempre foi assim. Mas aprendi que o trabalho e o sucesso só vale a pena se for transformado em felicidade. Mas a gente só enxerga isso depois de alguns tropeços.




Resuma sua tragetória profissional desde quando era estudante até hoje.
Foi muito trabalho, desde a escola de arquitetura. Estágio desde o segundo ano, sem relaxar no curso. Quando me formei já tinha muita experiência profissional, então minha carreira foi acontecendo naturalmente. Mas foi preciso muita dedicação e persistência. Hoje, depois de 24 anos de empresa eu e meus sócios continuamos a nos dedicar bastante pois é o que gostamos de fazer. Arquitetura.

Como foi o início profissional?
Como falei, muito trabalho e persistência. Comecei minha empresa em pleno plano Color, uma crise enorme. Cheguei a sair da empresa por um tempo e trabalhar como contratado no antigo Banco Nacional. Mas voltei e insisti junto com meu sócio. Foi realmente complicado, já tinha o Ramon e a Rebeca estava para nascer.

E quando você decidiu entrar para a faculdade?

Eu já sabia que ia fazer arquitetura desde os 15, meu pai era encanador e carpinteiro, fazia instalações em obras e me levava junto. Eu o ajudava no serviço. Fui me interessando. Meu avô também tinha essa "veia", era carpinteiro, consertava de tudo, de geladeira a relógios.

Foi quando se tornou empresário? Como começou?

Na verdade sou um profissional liberal. Acontece que o pequeno escritório foi crescendo e atingiu este nível empresarial, mas na verdade sou arquiteto de prancheta mesmo.
Como é a participação da sua família nos negócios?
Por enquanto não tem participação da família, mas a Rebeca está cursando arquitetura e brevemente poderá participar.

Como é a participação da sua família nos negócios?

Por enquanto não tem participação da família, mas a Rebeca está cursando arquitetura e brevemente poderá participar.

Agora sobre liderança. O que você entende como um bom líder?

É muito simples. Precisa ser exemplo de competência, e humildade para reconhecer erros e qualidades em você mesmo e nas pessoas que te ajudam.

Algumas pessoas consideram viajar um acelerador evolutivo. Você acha que conhecer novas culturas pode contribuir para o desenvolvimento de um empresário?

Sem dúvida ajuda. Mas não valorizo muito isso, pois não tive muita chance e tempo de viajar bastante. Fiquei aqui mesmo e produzi muito pois precisava. Mas pretendo viajar mais.

Você escolheu o Método DeRose como um método de aprimoramento pessoal. O que você mais gosta nesta Cultura?

Gosto de tudo, me sinto bem quando estou com vocês.

Você acha que o Método DeRose pode contribuir para melhorar a forma como você se relaciona com as pessoas? De que maneira?

Sim, principalmente nos mais jovens. Os ensinamentos do Método DeRose reforçam o bom convívio entre as pessoas.

O que é o Método DeRose para você?

Um incentivo a saúde do corpo e da mente.

Obrigada Fiuza pelas reflexões. Que você conquiste cada vez mais sucesso e que seja muito feliz!
Samantha Linsmeyer




Já pensou em alcançar uma meta no dia de hoje?

Algumas dicas para aprimorar o seu dia:
1. Estipule uma meta;
2. Faça uma lista de prioridades a serem cumpridas no dia de hoje;
3. Escolha três ações para alcançar a sua meta;
4. Haja e faça tudo aquilo que comprometeu-se para o dia de hoje.



Marco da Silva empreendedor do Método DeRose em Portugal


Método DeRose pelo mundo...

Instrutor Carlo Mea

 Roma



Quem pratica o Método DeRose :)


Pessoas de Sucesso
com Milton Bordin

Milton Bordin é um empreendedor. Empresário, é proprietário da Bellacatarina Móveis e Decoração, 10 franquias O Boticário, além de gerir outros empreendimentos.
Milton é um administrador de sucesso e através desta entrevista nos revela pontos de vista interessantes sobre realização profissional e pessoal. E conta-nos como o Método DeRose contribui com tantas realizações.


Diferentemente de outros empresários que se dedicam exclusivamente a administração das suas empresas, você consegue se dedicar à família e ao desenvolvimento pessoal. Como você divide o seu tempo para ter sucesso em todas estas áreas?
Eu não acredito que alguém que se dedique exclusivamente à administração de seus negócios, o faça eficazmente por muito tempo. Logo o caos instalar-se-á em sua vida. Perderá a saúde, a família, os amigos e até a sanidade mental. A Vida é equilíbrio, temperança: temperar nossa atividade econômica/empresarial com pitadas de exercícios físicos, lazer, família, espiritualidade, amigos, esportes, vida social e momentos de silêncio. Nossa vida é feita por ciclos, que vão se modificando. Em determinados momentos precisamos focar mais em alguns aspectos que outros. Isso é natural. Quando está se criando um negócio, ou iniciando-se uma profissão é necessário que seu tempo seja direcionado para este foco em detrimento dos outros, mas que este sirva sempre para embasar o que importa: crescimento pessoal. O ter, precisa sempre dignificar o SER. Aprendi que você nunca terá todas as condições favoráveis para você “gozar” a vida do jeito que você deseja. Desta forma, você precisa incluir todos os dias atividades que não sejam puramente trabalho. Se esperarmos ter “tempo” para a família, para o lazer, viagens, isto não acontecerá, porque a velocidade das “coisas” é tal que seremos atropelados pelo trabalho.

Resuma sua tragetória profissional desde quando era estudante até hoje.
Como foi o início profissional?
 [Risadas] Como resumir 44 anos de trajetória profissional de uma vida de 52?
São tantas emoções! Bem, vamos lá: minha vida profissional iniciou-se com a vida de estudante, sou filho de agricultores, que vieram para a cidade quando eu ainda era criança de colo. Meu pai com subemprego e a mãe lavadeira de roupa. Assim, desde muito cedo os filhos trabalhavam para seu próprio sustento. Quando eu tinha 7 anos minha mãe comprou uma cesta de vime e meu pai 100 laranjas. Esta foi minha primeira experiência como comerciante que durou até os 10 anos quando tive meu primeiro emprego, recebendo salário, que durou até os 17. Isso foi num Sindicato de Trabalhadores Rurais em que fiz absolutamente tudo, de office-boy, entregador, auxiliar de escritório e de dentista, motorista de ambulância (mesmo que menor sem carteira), uma excelente escola.
E quando você decidiu entrar para a faculdade?
Aos 17 me mudei para Curitiba em busca de preparação para o vestibular. Trabalhei conjuntamente no mesmo cursinho para sustentar-me, morando em pensão, e sobrevivendo com o mínimo, visto que não podia contar com auxilio financeiro de casa. Depois de quatro meses nesta cidade, fui convidado a me mudar para Florianópolis onde esta escola instalou uma filial. Fiquei nela como responsável geral até passar no vestibular. Passei para arquitetura na UFSC, mas como o curso era em período integral não poderia trabalhar.
Foi quando se tornou empresário? Como começou?
Obriguei-me a virar comerciante, atividade que alguém poderia produzir enquanto eu estudava. Abri uma loja de artesanato de todo o Brasil, que foi bem sucedida e em seis meses já eram 3 lojas. Depois de formado, já casado e pai de uma filha, aos 26 anos voltei para Xanxerê (cidade de meus pais) onde tínhamos uma das filiais. Montei meu escritório que se resumia numa prancheta dentro da loja onde desenvolvi os primeiros projetos e administrava a loja de artesanato, que já tinha virado de roupas, bijoterias, etc. e perfumes do Boticário, que hoje já somam 10 lojas na região. Por ser arquiteto, comecei a revender em meus projetos móveis planejados da Florense, depois criamos a Bellacatarina com móveis complementares.
Atualmente você está firmado em que cidade?
Hoje tenho duas lojas neste segmento, uma em Joinville e outra em Florianópolis, que me levou de volta á Ilha, onde tínhamos planejado voltar depois de criar “um pé de meia” no interior.
Como é a participação da sua família nos negócios?
Hoje nossos três filhos estão envolvidos com os nossos negócios. Um deles é formando em arquitetura, o que me levará de volta a essa atividade, juntamente com o outro filho administrador, pós-graduando em Negócios Imobiliários. Inicia-se um novo ciclo... E a filha, que nasceu enquanto estudante, hoje é administradora dos negócios O Boticário no oeste. Cabe salientar que, desde meus 15 anos, minha esposa, Noeli, sempre esteve presente e participativa em todas as atividades, e melhor que ninguém cuida das finanças da empresa junto com o filho maior, com maestria.

Agora sobre liderança. O que você entende como um bom líder?
Ser seguido espontaneamente. O líder não se apresenta como tal, ele é eleito e seguido pelos demais. Este, para mim, é o bom líder, que arrasta multidões pelo exemplo muito mais que pelas falas.

Algumas pessoas consideram viajar um acelerador evolutivo. Você acha que conhecer novas culturas pode contribuir para o desenvolvimento de um empresário?
Com toda certeza. Todo empresário viaja a trabalho, mesmo que seja de férias, ele sempre está observando os cenários com vistas ao seu negócio. E as viagens, especialmente para lugares diferentes e diversos, o faz traçar paralelos que culminam em evolução.


Você escolheu o Método DeRose como um método de aprimoramento pessoal. O que você mais gosta nesta Cultura?
Meu primeiro contato com o Método DeRose foi ainda quando não era totalmente focado. Foi em 1984 em Florianópolis através de um curso com o Jojó (prof. Joris Marengo). Participei mais ou menos informalmente em eventos por ele promovido durante alguns anos. Depois, por mudança de cidade perdi o contato, voltando há 10 anos, com a instalação da escola de Joinville, pela qual tenho o maior carinho. E, hoje fechando o ciclo, em Florianópois, caí nas mãos do Jojó novamente [risos] na unidade onde também adoro praticar e pretendo frequentar SEMPRE! Gosto de tudo na cultura, o ambiente, as pessoas, o carinho com que os instrutores tratam todos, os eventos paralelos. Praticar o Método DeRose faz parte permanente de minha agenda, em todos os dias.

Você acha que o Método DeRose pode contribuir para melhorar a forma como você se relaciona com as pessoas? De que maneira?
Sem dúvida alguma. Parte de nós é fruto do meio. Se convivo num grupo saudável, harmonioso e carinhoso exporto isso para além-escola, para a família, trabalho e sociedade. Consequentemente falamos de tudo o que vivenciamos e nos faz bem, divulgando espontaneamente para que mais pessoas queiram fazer o mesmo.

O que é o Método DeRose para você?
Uma filosofia de vida fantástica, integral. Que prepara você para a vida seja ela no trabalho, família ou sociedade. Cuidando do seu interior e que se reflita no seu exterior, através da educação, serenidade e intuição. Uma escola em que você nunca se forma e quanto mais frequenta, mais quer frequentar.


Obrigada Milton pelas reflexões. Que você conquiste cada vez mais sucesso e que seja muito feliz!
Samantha Linsmeyer





Rafael Ramos - DeRose Festival Florianópolis 2012



Entrevista com o Prof. DeRose no Raio X do Estadão

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